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Março de 2010
Confira os destaques da Novos Estudos nº 86
Joaquim Toledo Jr e Ana Clara Ferrari

A Novos Estudos 86 traz uma série de artigos que pretendem aprofundar a compreensão dos abalos sísmicos e financeiros que marcaram o último triênio, e as causas e consequências políticas e sociais destes fenômenos, que forçam a retomada de temas cruciais como democracia e participação popular.

Confira os destaques da edição de março:

PNDH 3, por Sérgio Adorno
Desde a Constituição de 1988 - a assim chamada "constituição cidadã" - os direitos humanos foram incorporados como política de Estado no Brasil. As reações à versão mais recente do Programa Nacional de Direitos Humanos - ampliação e aprofundamento das anteriores - no entanto, procuraram associá-lo a um instrumento de revanche ou de violação do estado de direito. Sérgio Adorno, professor titular do departamento de sociologia da USP e coordenador da Cátedra UNESCO de Direitos Humanos, refaz o histórico da questão no Brasil e analisa o programa e sua repercussão.


HAITI, por Omar R. Thomaz. Fotos de Cris Bierrenbach
O espetáculo da presença de organismos internacionais no Haiti recobre sua própria ineficiência como uma cortina de fumaça. Omar R. Thomaz, professor de antropologia da UNICAMP, pequisador do Cebrap e ex-editor da Novos Estudos, que há mais de dez anos visita regularmente o  país, examina os efeitos das seguidas interferências estrangeiras no Haiti - poucas delas humanitárias - e explica por que o desastre natural que atingiu o país revela o "fracasso do mundo dos brancos".


RUMO A UM NOVO CAPITALISMO?, por Luis Carlos Bresser-Pereira
A crise financeira global de 2008 foi consequência do processo de financeirização, a criação maciça de riqueza financeira fictícia iniciada da década de 1980, e da hegemonia de uma ideologia reacionária, o neoliberalismo, baseada em mercados auto-regulados e eficientes.   Dessa crise emergirá um novo capitalismo, embora sua natureza seja de difícil previsão. Não será financeirizado, mas serão retomadas as tendências presentes nos trinta anos dourados em direção ao capitalismo global e baseado no conhecimento, além da tendência de expansão da democracia, tornando-a mais social e participativa.


ROMANCE REALISTA E DEMOCRACIA, por Jacques Rancière
Em artigo inédito, Jacques Rancière discute o romance realista e questiona as interpretações do papel do "efeito de realidade" oferecidas por críticos literários do século XIX e XX. Para Rancière, esse efeito, mais do que mero resultado do "excesso descritivo" característico da obra de escritores como Dostoiévski e Flaubert, revela a abertura social do romance moderno para uma nova sensibilidade, menos aristocrática e mais democrática.


E ainda:

Classe, gênero e raça, por Daniéle Kergoat
O retrato no documentário brasileiro recente, por Cláudia Mesquita
Conselhos de saúde e participação em São Paulo, por Vera Schattan Coelho et alli
Voto estratégico punitivo: uma interpretação das eleições de 2006, por Lucio Rennó e Bruno Hoepers
Teoria Crítica dos Sistemas, por Andreas Fischer-Lescano
Homenagem a Gildo Marçal Brandão, por Luis Eduardo Soares

Resenhas
O Romance, de Franco Moretti, por Sandra Guardini Vasconcelos
Viver em risco, de Lucio Kowarick, por Maria Encarnación Moya
Emoções ocultas, de Antonio Lavareda, por Lara Mesquita
Ensaio visual -  João Loureiro.

TEXTOS SELECIONADOS
Arquitetura da participação e controles democráticos no Brasil e no México A multiplicação de experiências participativas visando ampliar o controle social sobre políticas e políticos tornou‑se fenômeno relevante no Brasil e mundo afora. Neste artigo é apresentado um quadro analítico útil à comparação da diversidade da inovação democrática enquanto arquitetura da participação orientada para o controle social. Mediante a aplicação desse quadro, examinamos a configuração de duas arquiteturas contrastantes, originárias de dois contextos nacionais distintos: México e Brasil. Por Ernesto Isunza Vera e Adrian Gurza Lavalle.
Mademoiselle e o desejoA partir de ensaio de Luiz Dantas, uma análise do conto "Atrás da catedral de Ruão", de Mário de Andrade, seus paralelos com Amar, verbo intransitivo e os temas de paixão, desejo e repressão. Por Vilma Arêas
In memoriam: Juarez Brandão Lopes (Elza Berquó)
Pulso Comunicação
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